sábado, 20 de junho de 2009

chapter 6: part 2

conciso e resumido :

arranjei outra.






aturar incómoda devias sabe-lo .


sexta-feira, 12 de junho de 2009

chapter 6

muito vago .
conciso e resumido :

arranjei namorada.






esperar incómoda devias sabe-lo

quarta-feira, 10 de junho de 2009

sexta-feira, 29 de maio de 2009

chapter 5 : abraça-me

Sozinhos na rua naquela noite, cantaste-me ao ouvido. Nunca cantavas à frente de ninguem, por mais que to pedisse e sabias perfeitamente o efeito que teria , que nunca esqueceria o que irias dizer..

"Quero ser como criança, te amar pelo que es. Voltar à inocência e acreditar em ti. Mas às vezes sou levada pela vontade de crescer, torno-me independente e deixo de simplesmente crer. Não posso viver longe do teu amor, não posso viver longe do teu afago, não posso viver longe do teu abraço. Abraça-me, abraça-me, abraça-me! Com teus braços de amor"

... fiz-te a vontade . Sem que o espera-se com um beijo despediste-te, como nunca antes se tinham despedido de forma tao doce de mim - nunca mais te vi
.

terça-feira, 19 de maio de 2009

chapter 4 : varekai ( onde quer que seja )

.. e todas as palavras se enrolavam na minha propria lingua, e na magia que nos rodeava, porque amavamos e eramos amados - tal e qual como nos livros, um amor que só nos livros e filmes se ouve falar. Ok ! Quase.. dentro de nós era como nos filmes, mesmo que tudo o resto à volta se estivesse a desmoronar. Entravamos na "Terra do Nunca" sempre que se tornáva irresistivel e passava a ser - perfeito.
E quando estava fraco ou via que nada estava como devia ser, que nem uma criança assustada, bastava olhar-te nos olhos e eram eles quem me diziam "vai tudo correr bem", mesmo que fossem os teus labios a negá-lo. Encontrava-te no céu , nos rios no vento, na chuva e no fumo de um qualquer cigarro cravado a alguem, aonde quer que fosse te encontrava, onde quer que seja ainda o posso fazer. O que me custa-me é nao puder abraçar-te , sentir o teu cheiro . Entendes agora o "tudo" que sinto tanto a falta ?"

terça-feira, 12 de maio de 2009

chapter 3 : Love letters written by cute boys with broken hearts.

esta carta é a que nao envio , nao tenho a morada do destinatário . guardo-a para mim mesmo, é escreve-la hoje é como ir ao psicologo.

«sabes o que é realmente triste nesta historia ? nao é estar casado com alguem que nunca amei verdadeiramente , nem tao pouco a falta que me fazes, ou a magoa e saudade simultaneos que sinto por ti . o maior desgosto é o facto de termos a vantagem de termos tudo para termos mantido contacto, mentira ? numero de telefone , email até amigos em comum .. a verdade é que quando nos perguntarem quer a um quer ao outro o que aconteceu para termos desaparecido da vida um do outro nao vamos ter uma resposta convicente para entregar . a verdade é que categóricamente nos "cagámos" um no outro. o viveram felizes para sempre , tornou-se muito subjectivo, entre nós raramente um foi conto de fadas .»

pergunto-me sinceramente o que se passará na tua cabeça onde quer que estejas - se sou o unico louco .

domingo, 10 de maio de 2009

chapter 2 : day after day

acordo bem cedo , lá vem ela e faz a sua tentativa ao broche , ainda tenho lagrimas de sono na cara e estou 10 minutos atrasado , belisco-lhe o rabo e pisgo-me para ir acordar o miudo. toma-mos os dois o pequeno almoço, taça de cereais - é quase religoso. levo-o 'a escola e apanho o barco para Lisboa, trabalho .. e mais trabalho .

nao atendo o telefonema dela , estou tao farto dela . no fundo nunca estive apaixonado por ela mas sim pelas suas atitudes. a protecçao que me dá , a facto de se preocupar realmente , ter lutado realmente , coisas que te esqueceste de me dar lembraste ? aprendi a fazer de conta , contentar-em com o que me caia nos braços e apeteceu-me assentar. por fim com a gravidez deu em casamento , dura a anos e por algum tempo até fui feliz, agora tenho apenas momentos de felicidade. serve, a coisa resulta com um segredo : nunca tocar no teu nome, nem me referir 'a tua existencia nunca, de preferencia esquecer-te o máximo de tempo possivel ) - fim desta maravilhosa historia de 'amor' que é o meu casamento.

trago o jambé e brinco com ele no metro , sao os melhores cinco minutos do dia , atirava-me de uma ponte se soubesse que no alem vida, o metro e o jambé seriam o que me esperáva.
chego a casa , "estou tao cansado" , discussao sei lá porque com a gaja, festinha no miudo, voltava a fazer tudo igual só para o ter , amo-o tanto. vou dormir, o quarto está cheio, eu sei que cá estás oiço no eco , em como o vento bate nas folhas lá fora ou como o calor me faz dormir em tronco nu .


isto foi o que me aconteceu hoje. e a ti , como te correu o dia ?

sexta-feira, 8 de maio de 2009

chapter 1: until the day i die

nao vou deitar nada fora , para o teu amor terei sempre tudo guardado no peito, pronto a por em prática. mesmo quando matar os sonhos e já nao me lembrar de desejar, nao me vou esquecer de nada , tao pouco da inesquecivel : tu .
estaremos sempre juntos, todos . eu , tu e todas as nossas personalidades, e mesmo enquanto eu as vir partir ou morrer, estaremos sempre os mesmos no meu quarto, porque enquanto eu me lembrar de tudo , nunca voltarei a conseguir dormir sem ser para tentar sonhar contigo .
sabes , passaram anos , e torna-se obviu ao segurar no banco da bicicleta do meu filho enquanto o tento ensinar a andar nela , coisa estranha tendo em conta que nao tive quem me ensina-se a mim.
nunca ouviu falar em ti.
é a historia do ano , o corpo vive uma vida . o coraçao a que ficou para trás

segunda-feira, 27 de abril de 2009

criança em ruinas

“Todo o amor do mundo não foi suficiente, porque o amor não serve de nada. Ficaram só os papéis e a tristeza, ficou só a amargura e a cinza dos cigarros e da morte. Os domingos e as noites que passámos a fazer planos não foram suficientes e foram demasiados porque hoje são como sangue no teu rosto, são como lágrimas.
Sei que nos amámos muito e um dia, quando já não te encontrar em cada instante, cada hora, não irei negar isso. Não irei negar nunca que te amei. nem mesmo quando
estiver deitado, nu, sobre os lençóis de outra e ela me obrigar a dizer que a amo antes de a foder.”


José Luís Peixoto

( a naifa - todo o amor do mundo nao foi suficiente )